Destinatário
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Cabeçalho
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Tratamento
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No sobrescrito
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Presidente da Assembleia da República
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Senhor Presidente da Assembleia da República,
Excelência
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Vossa excelência
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Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República (nome precedido de título, grau hierárquico ou posto militar)
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Primeiro-Ministro
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Senhor Primeiro-Ministro,
Excelência
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Vossa Excelência
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A sua Excelência o Primeiro-Ministro (nome precedido de título, grau hierárquico ou posto militar)
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Um Ministro
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Senhor Ministro (indicar a pasta)
Excelência nome
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Vossa excelência nome (precedido de título, grau hierárquico ou posto militar)
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A S.E. o Ministro da (indicar a pasta) nome (precedido de +titulo, grau hierárquico ou posto militar)
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Um Embaixador Estrangeiro
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Senhor Embaixador
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Vossa Excelência
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A S.E.
O Embaixador de ------
Senhor ----------------------
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Soberanos
Outros membros de Casas reais
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Meu Senhor ou Minha Senhora
Idem
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Vossa Majestade
Vossa Alteza
(Imperial, Real ou Sereníssima)
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A Sua Majestade
O Rei ou a Rainha
A Sua Alteza (Imperial, Real, Sereníssima) o Príncipe ou a Princesa
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Instrumento de comunicação e partilha de informação sobre a importância do Protocolo nas Organizações e na Vida Profissional. Especificidades da Comunicação Empresarial e sua Importância.
Boas Vindas!
Bem vindo ao meu Blog, criado para partilhar informação, ideias, sujestões, etc., numa área que cada vez mais marca a diferença no mundo empresarial.
Por favor deixe os seus comentários e/ou contributos, são muito bem vindos!
Obrigada
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setembro 13, 2011
Correspondência Oficial
Felicitações, Agradecimentos e Pêsames
Seja por carta, cartão ou telegrama, devem enviar-se parabéns e pêsames a pessoas por quem se tem amizade, consideração ou respeito.
Os termos variam em função da intimidade.
Telefax
Serve para enviar mensagens informais e urgentes. A linguagem deve ser simples para que a mensagem seja clara e concisa.
Não se deve mandar parabéns ou agradecimentos por fax. É preferível fazê-lo por telefone.
O mesmo se aplica aos convites. Apenas numa emergência, e caso o convite se tenha extraviado no correio, se poderá mandar uma cópia por fax.
julho 18, 2011
março 18, 2011
Tipos de comunicação (segundo o nível de análise)
comunicação intrapessoal – do indivíduo p/ consigo próprio (reflexão/introspecção)
comunicação interpessoal – entre indivíduos
comunicação intergrupal – entre grupos
comunicação intraorganizacional – dentro das organizações
comunicação interorganizacional – entre organizações
Objectivos e funções da comunicação
controlar comportamento daqueles a quem se dirige a mensagem
motivar o receptor para actuar : solicitar a sua cooperação, compromisso
proporcionar informação
expressar sentimentos e emoções
A Comunicação nas Organizações
Condicionam a existência da organização e a sua eficácia
A primeira e mais importante função da Direcção é a de desempenhar e manter um bom sistema de comunicação dentro da empresa
Regras Fundamentais da Comunicação
REGRAS FUNDAMENTAIS DA COMUNICAÇÃO
• Comunicação oral directa:
- A alternância de papéis, empatia, boa presença
• Na comunicação oral indirecta:
- Colocação da voz, tom, timbre e dicção
NA COMUNICAÇÃO ORAL DIRECTA
* Um tom uniforme, demasiado baixo ou demasiado alto
* Dicção evitar pronúncias acentuadas
* Falar pausadamente, alternando o ritmo e o tom, procurando melodia e corrigindo a dicção.
* Usar o gesto como auxiliar da expressão oral
* Usar a expressão facial (que gera empatia e melhora as condições de comunicação)
* Não descurar o aspecto exterior (higiene pessoal e vestuário)
Exemplos de comunicações orais directas
• Entrevistas
• Conferências (sobre um tema, conferências de imprensa)
• Videoconferências
• Reuniões
Exemplos de comunicações orais indirectas
• Intercomunicadores/telefones internos
• Dictafones
• Telefones
Tabu Verbal
O TABU VERBAL (algumas palavras e temas que não são facilmente abordados, levam à camuflagem dos mesmos e até ao uso do circunlóquio)
Ex.: em vez de dizer “morto”, diz-se “foi desta para melhor”
O contexto socio-cultural (as ideologias caracterizam determinados grupos sociais, um desajustamento entre o emissor e o receptor é o suficiente para dificultar a comunicação, ou até impedi-la).
A CLASSIFICAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
• A COMUNICAÇÃO PODE SER:
• ORAL:
DIRECTA- diálogos, entrevistas, conferências, reportagens
INDIRECTA - telefones, intercomunicadores, rádio, televisão
• ESCRITA- INDIRECTA - cartas, ofícios, circulares, faxes, requerimentos, relatórios, convocatórias e actas
OUTRO TIPO DE CLASSIFICAÇÃO
INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO:
• INDIVIDUAL (fala, escrita, audição e personalidade individual)
• EM MASSA (jornais, revistas, cinema, rádio, televisão, Internet)
• COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS
• Formais (enviadas e recebidas através dos circuitos estabelecidos na empresa)
• Informais (transmitidas fora dos canais da empresa)
• Unilaterais (sem feedback)
• Bilaterais (com feedback)
Barreiras à Comunicação
No seu processo natural para além dos códigos ou sinais poderão haver outros intrusos que não permitam que se comunique eficazmente?
SIM - AS DENOMINADAS BARREIRAS À COMUNICAÇÃO
INTERNAS OU EXTERNAS AO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
BARREIRAS EXTERNAS
O ruído - é tudo aquilo que perturba a comunicação
BARREIRAS INTERNAS:
1* A PERSONALIDADE
• AUTOSUFICIÊNCIA
(Acreditar que sabe tudo sobre alguma coisa)
• AVALIAÇÕES CONGELADAS
(Pensar que uma palavra dita a 2 pessoas diferentes têm o mesmo significado)
Exercício:
Pensem na palavra carro, de alguma forma o que imaginaram é diferente daquilo que a vossa colega imaginou)
• A TENDÊNCIA PARA A COMPLICAÇÃO
(USAR DISCURSOS COMPLICADOS PARA EXPRESSAR IDEIAS SIMPLES)
2* A LINGUAGEM
COMO SURGEM BARREIRAS DEVIDO À LINGUAGEM?
• Na codificação e descodificação das mensagens
• No uso de palavras de elevado grau de abstracção (leva a interpretações ambíguas)
• A entoação das palavras, (o tom pode dar um sentido exclamativo, interrogativo ou até irónico às frases)
• A elaboração incorrecta da mensagem (desrespeito por regras gramaticais e de sintaxe)
• O desequilíbrio cultural e científico entre emissor e receptor
• A preponderância de um dos interlocutores que dificulta que o outro se manifeste.
Quais os elementos da Comunicação?
QUAIS OS ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO?
* Emissor
* Mensagem
* Código
* Canal
* Receptor
* Feed-back
O que é comunicar?
O QUE É COMUNICAR?
DERIVA DO LATIM “COMMUNIS”
Introduz a ideia de comunhão, comunidade
Comunicar é o acto de transformar o individual no colectivo.
É ao comunicarmos que iniciamos o processo pelo qual transmitimos e recolhemos informações, ideias e atitudes aos outros.
É a forma que existe de transmitir significações entre as pessoas, através de símbolos e sinais.
QUAIS SÃO OS INTERVENIENTES NO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO?
Em todas as comunicações (embora diferentes), existem elementos comuns - os ingredientes que se inter-relacionam para produzir a comunicação.
COMO SURGE O PROCESSO DA COMUNICAÇÃO?
TODO O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Provém de um indivíduo ou indivíduos que podemos apelidar de fonte(s) ou emissor(es).
Esta fonte, ao comunicar, terá uma intenção - o objectivo da comunicação.
Para converter o objectivo na mensagem, é preciso um código, um codificador que deve expor a mensagem de forma compreensível ao(s) destinatário(s).
O código, é um conjunto de símbolos ou sinais que são estruturados de forma a terem um significado.
Para que a mensagem seja transmitida é necessário um canal - meio que serve de suporte físico à mensagem.
Por fim:
é necessário que o destinatário - a quem a mensagem é dirigida, apresente determinado comportamento, como sinal em como a mensagem foi recebida.
Depois da mensagem recebida o receptor deve descodificar a mensagem, i.e., traduzir o que recebeu em ideias, de forma a que possa ser utilizada. Para que tal se verifique é necessário que conheça o código.
Conhecimento do código é essencial para que haja comunicação.
Para que a comunicação o seja efectivamente é necessário que ambos (emissor e receptor intercalem os seus papéis), haja o que denominamos de feedback.
março 06, 2011
Faxes
Servem para enviar mensagens informais e urgentes.
A linguagem deve ser simples para que a mensagem seja clara e concisa.
Não se dem mandar parabéns ou agaradecimentos por fax.
É preferível fazê-lo por telefone.
O mesmo se aplica aos convites.
Apenas numa emergência, e caso o convite se tenha extraviado no correio, se poderá mandar cópia por fax.
A linguagem deve ser simples para que a mensagem seja clara e concisa.
Não se dem mandar parabéns ou agaradecimentos por fax.
É preferível fazê-lo por telefone.
O mesmo se aplica aos convites.
Apenas numa emergência, e caso o convite se tenha extraviado no correio, se poderá mandar cópia por fax.
Dicas para uma comunicação eficiente
Uma comunicação eficiente depende da existência e do aperfeiçoamento contínuo de uma série de atributos pelo orador.
Resumidamente, podemos registar algumas considerações sobre estas características, apontando caminhos e sinalizando erros mais comuns a serem evitados.
CREDIBILIDADE: é transmitir informação que seja aceite pelos ouvintes. A aceitação é um processo que envolve compreensão e confiança, atingindo o convencimento. Nela interagem:
- a naturalidade, que nada mais é do que a espontaneidade, o ritmo da fala praticada dia-a-dia junto dos maigos e familiares; artificialismos são fáceis de perceber pela plateia e geram desconfança de propósitos e barreias sérias à sua linha de argumentação. É preciso entender a duferença imensa de quem está na frente da plateia disposto a conversar e quem vai falar em público. Mas, há um detalhe: ser natural não significa levar ao auditório erros e negligências da comunicação quotidiana - cocordância,plural, conjugação verbal, etc...
Os defeios de estilo e as incorrecções de linguagem precisam de ser combatidos com estudo, experi~encia, disciplina e trabalho persistenete. Trata-se de um aperfeiçoamento contínuo de dicção, postura, gesto s e vocabulário, sempre em busca de desviar-se ao mínimo das caracetrísiticas pessoais.
Resumidamente, podemos registar algumas considerações sobre estas características, apontando caminhos e sinalizando erros mais comuns a serem evitados.
CREDIBILIDADE: é transmitir informação que seja aceite pelos ouvintes. A aceitação é um processo que envolve compreensão e confiança, atingindo o convencimento. Nela interagem:
- a naturalidade, que nada mais é do que a espontaneidade, o ritmo da fala praticada dia-a-dia junto dos maigos e familiares; artificialismos são fáceis de perceber pela plateia e geram desconfança de propósitos e barreias sérias à sua linha de argumentação. É preciso entender a duferença imensa de quem está na frente da plateia disposto a conversar e quem vai falar em público. Mas, há um detalhe: ser natural não significa levar ao auditório erros e negligências da comunicação quotidiana - cocordância,plural, conjugação verbal, etc...
Os defeios de estilo e as incorrecções de linguagem precisam de ser combatidos com estudo, experi~encia, disciplina e trabalho persistenete. Trata-se de um aperfeiçoamento contínuo de dicção, postura, gesto s e vocabulário, sempre em busca de desviar-se ao mínimo das caracetrísiticas pessoais.
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